quarta-feira, 13 de agosto de 2008

A Contrubuição das Ciências Sociais na Atualidade.

Teoria e aplicação

7/8/2008

Por Fábio Reynol, de Campinas (SP)

Agência FAPESP – Muitas vezes encarada como uma grande área do conhecimento “pouco científica”, as ciências sociais têm muito a contribuir para o desenvolvimento científico no Brasil e no mundo, tanto por suas construções teóricas como por suas aplicações práticas.

Essa foi a tônica de uma mesa-redonda que reuniu especialistas no assunto no 6º Encontro da Sociedade Brasileira de Ciência Política, realizado na semana passada na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Simon Schwartzman, presidente do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade (IELTS), abriu o debate apresentando uma pesquisa realizada em quatro países, entre eles o Brasil. Foi um levantamento entre grupos de pesquisa em ciências sociais sobre a possibilidade de combinar pesquisa acadêmica de qualidade com pesquisa aplicada relevante do ponto de vista social. A resposta foi negativa na maior parte dos casos.

Para Schwartzman a ciência pura não resulta necessariamente em ganhos práticos para a sociedade. “É freqüente que se invista na pesquisa acadêmica esperando que ela um dia vá gerar resultado prático, mas isso traz dificuldades”, afirmou.

Entre os fatores responsáveis pela falta de efeitos práticos de muitas pesquisas, Schwartzman apontou o sistema de avaliação da produção científica que, para ele, apesar de importante, precisa ser revisto. “Como a avaliação dá ênfase à abordagem acadêmica, acabamos deixando a desejar no lado da aplicação prática”, disse.

Para ele, o modelo de avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), por exemplo, deve ser repensado, uma vez que “o imenso crescimento da produção científica brasileira não tem se traduzido em benefício para a sociedade”.

Um dos problemas com o modelo de avaliação da Capes, segundo Schwartzman, é que ele está associado às ciências “mais puras”, como química ou física, e “há distorções quando é aplicado às ciências humanas”.

Outro ponto a ser revisto, segundo ele, é o fato de o modelo em vigor não conseguir abranger a multidisciplinaridade vigente na pesquisa científica atual. “Não podemos usar uma camisa-de-força para abarcar tudo o que temos hoje”, destacou.

Realidade mais complexa

Rubem George Oliven, presidente da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais (Anpocs), chamou a atenção para o aumento da complexidade do mundo contemporâneo, o que torna o trabalho das ciências sociais muito mais difícil.

“Há algumas décadas os cursos de ciências sociais conseguiam dar conta da realidade. Hoje isso não é mais possível, porque a realidade ficou bem mais complexa”, disse o também professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Oliven apontou uma internacionalização da pesquisa brasileira em ciências sociais. África, países vizinhos e até o distante Timor Leste, na Oceania, já são alvos dos cientistas sociais brasileiros. Mas apontou uma barreira para a internacionalização da pesquisa brasileira em ciências humanas: a língua.

Se, por um lado, a maioria dos cientistas sociais brasileiros escreve em português, limitando a disseminação de seu trabalho pelo mundo, de outro, escrever em inglês poderia afetar o estilo próprio, o que é muito mais determinante nas ciências sociais do que nas outras. “Um artigo de física ou química é muito diferente de um de sociologia. Poderíamos perder o nosso estilo ao escrever em inglês”, disse.

Wrana Maria Panizzi, vice-presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), concordou com a queixa dos pesquisadores presentes em relação aos poucos recursos para a área. “Os recursos para as ciências sociais são realmente menores, mas crescentes”, disse.

Panizzi apresentou os projetos e visões da entidade e revelou pontos que considera importantes para o desenvolvimento do país e que dependem do trabalho do cientista social, como as novas relações de trabalho, o problema da educação, a violência, as novas estruturas rurais, as organizações sociais, a emancipação feminina e a inclusão social.


Missão da universidade

Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP, salientou que o modelo da universidade pública é muitas vezes visto com um certo “utilitarismo tecnológico” com duas vertentes básicas: uma de direita, que defende o papel das universidades como geradoras de inovação para as empresas; e outra de esquerda, que vê a instituição pública como geradora de conhecimento para redução da pobreza.

“Não devemos perder de vista que o grande impacto que uma universidade tem em uma sociedade não vem das descobertas científicas feitas lá, mas dos estudantes que são educados na instituição”, afirmou.

Brito Cruz criticou um ranking de universidades chinesas que contabiliza números de artigos, prêmios recebidos, impactos das pesquisas, mas não cita quantos alunos são formados por aquelas instituições. Para ele, as instituições de pesquisa governamentais com missão dirigida, como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária e o Instituto Agronômico de Campinas, por exemplo, são os locais mais privilegiados para o desenvolvimento da pesquisa aplicada.

“A missão das universidades é a educação com apoio da pesquisa. Claro que é importante que essa pesquisa tenha aplicações quando puder, mas não podemos avaliar a universidade pelas descobertas que ela vai gerar”, afirmou.

Brito Cruz apontou três relevâncias da ciência moderna que são importantes para a sociedade e chamou a atenção para a última. “A ciência, por meio de suas descobertas, pode deixar o cidadão mais rico. Ela também pode deixar o cidadão mais saudável. Mas a terceira relevância, mais significativa e freqüentemente esquecida, é fazer o ser humano ficar mais sábio”, disse.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Mulheres na tecnologia

Fonte: Agência Fapesp

Agência FAPESP – O prêmio Brazil Women in Technology está com as inscrições abertas até o dia 8 de setembro. Realizado pela empresa Google, é voltado para mulheres de todo o país que estejam cursando graduação, mestrado ou doutorado em ciência da computação ou engenharias.

O objetivo é incentivar a participação das mulheres nas produções e inovações tecnológicas, além de estimular a formação de uma rede de relacionamentos entre a nova geração de mulheres em áreas ligadas à computação.

Dez estudantes serão premiadas com laptops e uma visita ao escritório de engenharia do Google, em Belo Horizonte (MG), onde assistirão a palestras e participarão de workshops.

De acordo com a empresa, a iniciativa, que tem apoio da Sociedade Brasileira de Computação (SBC), surgiu quando foi constatado que existem poucas mulheres formadas na área de tecnologia na América Latina. A inspiração foi o prêmio Anita Borg, que em diversos países premia mulheres envolvidas com tecnologia.

Mais informações: www.google.com/jobs/brazilwomen

Um país cada vez mais digital

Fonte: Revista Fapesp

O número de brasileiros que acessam a internet cresceu seis pontos percentuais em relação a 2006, chegando a 34% em 2007. Dos domicílios no país, 24% já contam com computador.

Os dados são da Pesquisa sobre o Uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação no Brasil 2007, publicada pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic.br) do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br).

Iniciada em 2005, a nova edição da pesquisa apontou pela primeira vez que mais da metade (53%) da população consultada disse ter usado computador, dos quais 40% nos últimos três meses. Foram feitas entrevistas em 17 mil domicílios em zonas urbanas, com pessoas a partir de 10 anos de idade.

O crescimento mais expressivo da aquisição de computadores ocorreu em domicílios com renda entre três e cinco salários mínimos, nos quais a penetração passou de 23% para 40% no período. A proporção de domicílios com computador aumentou em todas as regiões do país.

Mais da metade dos domicílios com acesso à internet têm banda larga, um aumento de 10 pontos percentuais em relação ao ano anterior. Mas 42% ainda têm acesso discado. Das casas com acesso rápido, em 12% a conexão é usada por mais de um computador.

A pesquisa também ressalta o expressivo crescimento no uso de centros de acesso pago, como as lan houses ou internet cafés, que pulou de 30% em 2006 para 49% no ano seguinte. Quanto menor a renda da população, maior é a utilização desses espaços. Dos usuários de internet com renda de até um salário mínimo, 78% disseram utilizar a rede por meio desses centros de acesso pago. O acesso no trabalho foi apontado por 24% dos entrevistados.

“Se por um lado, a ausência do computador em casa não impede o uso das tecnologias da informação, também é evidente que a disponibilidade do computador no domicílio pode influenciar a freqüência e a intensidade de seu uso”, apontou Rogério Santanna dos Santos, secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento e conselheiro do CGI.br, em artigo no relatório.

O secretário destacou o programa Banda Larga nas Escolas, lançado em abril e que pretende oferecer, até o fim de 2010, acesso rápido à internet a todos os alunos das escolas públicas do ensino fundamental e médio situadas na área urbana das cinco regiões do Brasil.

A publicação do Cetic.br destaca também o elevado uso das tecnologias de informação pelo setor privado brasileiro, especialmente entre empresas de grande porte, das quais 95% têm computadores e 92% têm acesso à internet. Destaque para o crescimento das redes sem fio nas empresas, que passou de 18% em 2006 para 28% no ano seguinte. O número de companhias que usou a internet para aquisição de bens e serviços chegou a 64%.

Dos entrevistados, 66% disseram ter usado telefone celular nos três meses anteriores. O uso foi alto em todas as faixas de renda, com 48% entre os que ganham menos de R$ 380 por mês e 84% entre os acima de R$ 3,8 mil.

A Pesquisa sobre o Uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação no Brasil 2007 pode ser baixada em formato pdf no endereço www.cetic.br/tic/2007/indicadores-cgibr-2007.pdf.

domingo, 20 de julho de 2008

"As aulas virtuais como modelo de gestão do conhecimento"

Las aulas virtuales como modelo de gestión del conocimiento

Por: Jimmy Rosario

INTRODUCCIÓN / RESUMEN

La educación actual afronta múltiples retos y uno de ellos es dar respuesta a los profundos cambios sociales, económicos y culturales que se prevén para la llamada «Sociedad de la Información y el Conocimiento». Internet ha generado un enorme interés en todos los ámbitos de nuestra sociedad y gracias a su creciente uso con fines educativos se ha convertido en un campo abierto a la reflexión e investigación.

Sabiendo que las «aulas virtuales» son un medio en que los educadores y educandos se encuentran para realizar actividades que conducen al aprendizaje, y que el concepto de conocimiento es la capacidad para transformar datos e informaciones en acciones efectivas y eficaces, en el siguiente texto trataremos el tema las «Aulas Virtuales como Modelo de Gestión de Conocimiento», y trataremos algunos conceptos sobre éstas: factores influyentes, clasificación, usos y otros elementos que tienen alguna relación con tan innovador tema.



Introducción

La educación actual afronta múltiples retos y uno de ellos es dar respuesta a los profundos cambios sociales, económicos y culturales que se prevén para la llamada «Sociedad de la Información y el Conocimiento» en esta era de la Información y la Comunicación, siendo el Internet el que ha generado un enorme interés en todos los ámbitos de nuestra sociedad y su gracias a su creciente uso con fines educativos se ha convertido en un campo abierto a la reflexión e investigación.

Sabiendo que las «aulas virtuales» son un medio en que los educadores y educandos se encuentran para realizar actividades que conducen al aprendizaje, y que el concepto de conocimiento es la capacidad para transformar datos e informaciones en acciones efectivas y eficaces, en la siguiente ponencia trataremos el tema las «Aulas Virtuales como Modelo de Gestión de Conocimiento», y trataremos algunos conceptos sobre estas: factores influyentes, clasificación, usos y otros elementos que tienen alguna relación con tan innovador tema.


Concepto de Aula Virtual

El mundo en el que vivimos se identifica con la dinámica, donde lo que es válido hoy, quizás mañana no tenga el mismo valor, siendo la única constante el cambio mismo. Por tal razón educadores y educandos, hemos esperado la llegada de nuevas formas de enseñanza y herramientas que permitan lograr con eficiencia y eficacia, la realización, en algunos casos e innovación en otros, de los procesos encontrando en Internet el medio de acercar al agente publico novedades y elementos que permitan acceder al conocimiento sin implicar trasladarse o contar con nutridos presupuestos para adquirir materiales y ponerlos al alcance de todos. Es mas que conocido que Internet a través de las paginas Web acerca al aula recursos que antes no eran siquiera imaginables a un mínimo costo y de fácil acceso. Es que esta fuente de inagotables facilidades ha sido abrazada por un gran número de maestros y maestras de los diferentes sistemas y niveles educativos. Así, este ha dado lugar al nacimiento de espacios y sitios en la Web pensados para la enseñanza y con la idea de hacer un uso educativo del Internet. Estos espacios son los que algunos expertos han denominado "aulas virtuales".

"Un aula virtual es una nueva forma viable de enseñanza que viene a suplir necesidades, precariedades propias de la educación y la tecnología educativa". (ROSARIO, 2006)


Las organizaciones modernas requieren actualizar los recursos materiales, y lo más importante, la capacidad humana, a fin de dar respuesta puntual y efectiva a los nuevos desafíos que propone la "Sociedad de la Información y el Conocimiento". El concepto de "aulas virtuales" ha venido a cubrir el hueco que durante muchos años ha tenido la educación tradicional, pues ante esta necesidad educativa la sociedad ha estado inmersa en cambios tecnológicos de gran magnitud, en el cual es cada vez mayor el número de personas de todos los niveles socioeconómicos que precisan formarse con el fin de estar a la par de los cambios que nos rodean, sin que por ello tengan que adecuarse a los sistemas tradicionales de formación que no van acorde con su vida cotidiana. "La sociedad ha cambiado y la escuela actual no responde a sus expectativas". (ZUBRIRA, 1994)

Sin embargo, las "aulas virtuales" no deben ser solo un mecanismo para la distribución de la información, sino que deben ser un sistema donde las actividades involucradas en el proceso de aprendizaje puedan tomar lugar, es decir que deben permitir interactividad, comunicación, aplicación de los conocimientos, evaluación y manejo de las clases. RUBEN, (2007) dice que el "…aula virtual se enmarca la utilización de las "nuevas tecnologías", hacia el desarrollo de metodologías alternativas para el aprendizaje de alumnos de poblaciones…" especiales que están limitadas por su ubicación geográfica, la calidad de docencia y el tiempo disponible.

Según las investigaciones de BARBERA & BADIA, (2005) las características más relevantes que han puesto en evidencia los estudios con relación al proceso de aprendizaje en las "aulas virtuales" son:

* Una organización menos definida del espacio y el tiempo educativos,
* uso más amplio e intensivo de las TIC,
* planificación y organización del aprendizaje más guiados en sus aspectos globales,
* contenidos de aprendizaje apoyados con mayor base tecnológica,
* forma telemática de llevar a cabo la interacción social y
* desarrollo de las actividades de aprendizaje más centrado en el alumnado.


Y es que la denominación de "aulas virtuales" que en algunos casos se están utilizando, conserva muchas de las características de la educación tradicional: "La temporalidad limitada, la especialidad restringida, la unidireccionalidad del proceso educativo, y además mantienen el mismo carácter virtual de la educación tradicional…" CORREA (2002) . De manera equívoca, a este modelo se le denomina como "aula virtual", un espacio físico completamente real y al cual deben asistir los estudiantes en un horario preestablecido, allí lo realmente virtual es el profesor, de quien se logra una presencia a través de medios tecnológicos.


El Conocimiento y la Gestión del mismo

Entendemos el conocimiento como cada una de las de las facultades sensoriales del hombre.

La gestión de conocimiento algunos expertos la definen como una forma de identificar, detectar, reelaborar y poner a disposición de toda la organización los conocimientos y las prácticas que aporten valor añadido a los miembros de cualquier entidad. JOYANES, (2003) también dice que la gestión de conocimiento significa entregar a las personas los datos e informaciones necesarias para ser eficientes (eficaces) en sus trabajos u organizaciones, siendo este el proceso organizativo e institucional cuyas tecnologías deben permitir:

* Identificar conocimientos necesarios,
* identificar donde y quien tiene el conocimiento o si necesita ser creado,
* reunir y capturar el conocimiento identificado,
* determinar su importancia,
* resumir y sintetizar la información disponible,
* distribuir la información a distintos niveles,
* actualizar, eliminar y modificar el conocimiento obsoleto y
* guardar y organizar el conocimiento obsoleto, en su caso, para futuras consultas.




El Aula Virtual: Usos y elementos que la componen en la gestión del conocimiento

Un aula virtual presupone el uso y las aplicaciones formativas de todos los medios que facilita Internet: Chat, páginas Web, foros, aplicaciones, etc., con un fin común: la creación de un sistema de adiestramiento.

Ampliaremos a continuación las herramientas anteriores:

Distribución de la información:

El aula virtual debe permitir la distribución de materiales en línea y al mismo tiempo hacer que esos y otros materiales estén al alcance de los alumnos en formatos standard para imprimir, editar o guardar.

Los contenidos de una clase que se distribuye por el Internet deben ser especialmente diseñados para tal fin. Los autores debe adecuar el contenido para un medio donde se mezclan diferentes posibilidades de interacción de multimedios y donde la lectura lineal no es la normal. El usuario que lee páginas de Internet no lo hace como la lectura de un libro, sino que es más impaciente y escanea en el texto. Busca títulos, texto enfatizado en negrita o utilizando enlaces a otras páginas e imágenes o demostraciones. Si la información en la primera página implica scrolling o moverse hacia un lado diferente de su enfoque principal, es muy probable que el usuario se sienta desilusionado desde el principio del curso. "En estos ambientes los alumnos deben estar preparados para adoptar nuevos roles, seguir ciertas rutas con un objetivo específico en vez de navegar utilizando su propia ruta…"(ROSARIO, 2006) .

Por ello es que uno de los principios fundamentales para la organización del contenido usando "aulas virtuales" , es la división de los datos en piezas que permitan a los alumnos recibir la información de forma mas interactiva, chequear recursos, realizar actividades, auto evaluaciones, compartir experiencias, y comunicarse.

Los materiales para las clases, que en la mayoría de los casos son muy extensos, deberán ser puestos al alcance del alumno en otros formatos que le permitan:

* Salvarlo en su disco para evitar largos periodos de conexión,
* imprimirlo con claridad para leerlo y
* sugerir libros de texto que acompañaran al curso en línea.



Si el curso va a incluir elementos multimediales como vídeo, sonido o gráficos de alta resolución que se demoraran su descarga de Internet, es aconsejable que esos elementos se distribuyan también en un CD-ROM que acompañe a la clase, y que los alumnos pueden recibir al momento de ser entregado el resto del material o los documentos administrativos que certifican su inscripción en el curso.


Intercambio de ideas y experiencias

Recibir los contenidos por medio de Internet es solo parte del proceso, también debe existir un mecanismo que permita la interacción y el intercambio de información. Es necesario que el "aula virtual" tenga previsto un mecanismo de comunicación entre el alumno y el facilitador o entre los mismos alumnos, para garantizar esta interacción. En la educación a distancia, donde el riesgo de deserción es muy alto, una de las maneras de evitarlo es haciendo que los alumnos se sientan involucrados en la clase que están tomando, y acompañados por pares o por el facilitador. El monitoreo de la presencia del alumno en la clase es importante para poder conocer si este visita regularmente las páginas, si participa o cuando el maestro detecta lentitud o ve señales que pueden poner en peligro la continuidad del alumno en el curso.

La interacción se da más fácilmente en cursos que se componen por alumnos que empiezan y terminan al mismo tiempo, ya que estos pueden diseñar actividades que alientan a la participación y comunicación de los pares. En el caso de cursos que tienen inscripciones abiertas en cualquier momento, la comunicación y/o monitoreo por parte de los instructores o responsables es importante que llegue al alumno en diferentes instancias para demostrarle que esta acompañado en el proceso y que tiene donde acudir por ayuda o instrucciones si las necesita en el transcurso de la clase.

La comunicación en el "aula virtual" se realiza de distintas maneras. Una de ellas es el correo electrónico, el cual se ha convertido en sistema standard de comunicación para los usuarios de Internet, pero que en los casos de "aulas virtuales" no siempre es lo más aconsejable. Comunicarse por correo electrónico es aceptable para comunicación con el profesor en privado, y suele ser el único medio de comunicación en el caso de clases a distancia de inscripción abierta.

En los casos de la enseñanza a distancia, para grupos que toman la docencia al mismo tiempo, o cuando el "aula virtual" es complemento de una clase presencial, el sistema más usado es el tipo foros de discusión, donde los alumnos puede ver la participación de sus compañeros de clases y el profesor puede enriquecer con comentarios a medida que el dialogo progresa. Este método no es externo a la clase, como lo es el correo electrónico, sino que es parte del "aula virtual". Los mensajes que forman parte del foro de discusión son como las discusiones que se realizan en clase, frente a los alumnos, por lo que enriquecen y contribuyen al desarrollo de los distintos temas. Esto hace que la clase tome vida y se extienda más allá de los contenidos previstos por el docente inicialmente.

El foro de discusión dentro del "aula virtual" es fundamental para mantener la interacción, pero necesita ser alentado e introducido a la clase por el facilitador y reglamentado su uso, de modo que constituya un espacio más dentro del aula, donde la comunicación se realiza con respeto y dentro de los temas previstos.

Algunos cursos a distancia utilizan también el chateo o comunicación sincrónica para las discusiones en clases o para las consultas. Este medio es sumamente rico en el sentido de velocidad en la comunicación, habilidad para compartir archivos, y facilidad para discutir en grupos distintos temas de la clase. Pero al ser en tiempo real, esto limita a aquellos que no pueden cumplir con horarios determinados. También esto esta previsto ya que muchos de los programas de chateo permiten archivar la conversación y poner este archivo a disposición de la clase para consultas posteriores. Aun con todas estas posibilidades, este medio de intercambio de ideas no está disponible como actividad en todos los cursos que usan "aulas virtuales" , pero si como herramienta de comunicación para consultas al docente o facilitador.


Disponibilidad del educador para las comunicaciones

El docente o los ayudantes que van a asistir en el dictado de la clase deben publicar y cumplir con horarios para atender el "aula virtual" y darse conocer para que los alumnos sepan que las comunicaciones serán respondidas dentro de esos términos, pues es usual de que los alumnos esperan respuestas de sus mensajes, enviados por correo electrónico o mediante el foro de discusión inmediatamente. El mismo trato debe ser por los que realizan soporte técnico de las clases, deben figurar nombres y modos de contactarlos y de horarios en que se deben esperar respuestas, a menos que se trate de impedimentos que recaen sobre el progreso en la clase, en cuyo caso la respuesta deberá ser pronta.

El papel que tienen los docentes en esta actuación de implantación de las "aulas virtuales" en la educación es estelar. La formación de los profesores en el dominio de este método de educación, ha de sobrepasar el conocimiento de los contenidos, procesos y habilidades para alcanzar las riberas de un nuevo proyecto educativo a gran escala. En las investigaciones de BRICALL, (2000) ha salido a relucir que "…la introducción de las nuevas tecnologías en la educación no supone la desaparición del profesor, aunque obliga a establecer un nuevo equilibrio en sus funciones…". Y es la propia forma de enseñar, la metodología docente, la que ha de cambiar: más centrada en el alumno, más orientada al mundo y las necesidades profesionales, más orientadas al nuevo papel del profesor en el aula.

No se trata ya tanto de proporcionar conocimientos a los alumnos, sino de orientarles en la consecución de los mismos, de su selección, de su fiabilidad y valoración o de reglamentar las actividades de los alumnos, sino de promover el trabajo compartido con alumnos de la misma clase y de otros centros próximos y lejanos, nacionales y extranjeros.

Es posible una influencia tan poderosa como la de las "aulas virtuales" las cuales pueden promover un cambio en la orientación del mundo. Cada vez se hace más necesaria una formación ética. Qué es mejor para los demás y para mi, como conjugar unos intereses con otros, mis intereses con los de las otras personas, los de mi país con los de otros países, cómo actuar con una inteligencia humana inclinada a la tolerancia, a la paz, a la comunicación. Es preciso introducir cambios radicales en la educación, en sus políticas y en sus estrategias y no se trata sólo de incluir contenidos referentes a las tecnologías de la información y la comunicación y mas en concreto a Internet, siquiera al uso mismo de Internet para el aprendizaje de las demás materias, se trata de un cambio estratégico, de superar la tensión entre currículo cerrado, donde están determinados los contenidos, la temporalización y la evaluación en todos sus detalles, y un currículo abierto.


Aplicación y evaluación de los conocimientos

La teoría de una clase no es suficiente para decir que el tema ha sido aprendido, ya que el aprendizaje involucra aplicación de los conocimientos, experimentación y demostración, con razonamiento crítico de los mismos. Y de acuerdo con PIAGET, (1981) :

La meta principal de la educación es crear hombres que sean capaces de hacer cosas nuevas no simplemente de repetir lo que otras generaciones han hecho; hombres que sean creativos, inventores y descubridores. La segunda meta de la educación es la de formar mentes que sean críticas, que puedan verificar y no aceptar todo lo que se les ofrece.


Y es que las "aulas virtuales" deben de se ser diseñadas de modo que los alumnos tengan la posibilidad de ser expuestos a situaciones similares de práctica del conocimiento. Por el solo hecho de experimentar, no para que la experiencia sea objeto de una calificación o examen. En el mundo virtual esto es posible a través de diferentes métodos como ejercitaciones que se autocorrijen al terminar el ejercicio, o que le permiten al alumno comparar sus respuestas con las correctas o sugeridas por el docente, para que el mismo juzgue su rendimiento. Y en otros casos hasta es posible que el alumno pueda experimentar con aplicaciones o simulaciones que en la vida real involucrarían riesgo personal del educando, como experimentos químicos, simuladores de vuelo, y otros. Estos ejemplos de experimentación son opciones que ocurren casi exclusivamente en el ámbito virtual. El estudiante debe también ser capaz de recibir comentarios acerca de la exactitud de las respuestas obtenidas, al final de una unidad, modulo o al final de un curso y esta evaluación debe estar revestida de la seriedad y privacidad en el trato que cada evaluación requiere.

La naturaleza de aulas virtuales en la gestión del conocimiento

Podemos encontrar diferentes tipos de "aulas virtuales" . Algunas de ellas están realizadas en tres y otras en dos dimensiones, aunque también podemos crear un aula virtual mixta:

Las aulas de tres dimensiones:

Son espacios virtuales donde el participante interactúa libremente sobre la plataforma virtual. Lo más novedoso es la adopción de un personaje, que son representaciones gráficas de los participantes y que pueden o no parecerse a ellos, pero que sirven para interactuar en ambientes virtuales.

De esta forma un asistente puede recorrer libremente las diferentes zonas de ese mundo virtual, teniendo la posibilidad de hablar con las distintas personas que se encuentren dentro del aula en ese momento o interactuar con objetos.

También hay experiencias de "aulas virtuales" en tres dimensiones en la enseñanza mediante cascos virtuales, o en la enseñanza química con la virtualidad de moléculas. En cuanto a su utilidad en la formación multimedia, vemos los siguientes puntos:

Ventajas

* Se pueden alquilar por un tiempo o espacios virtuales dentro de un mundo virtual para realizar tele- tutorías o tele- equipos de trabajo,
* su uso motiva mucho por la novedad y el diseño en tres dimensiones,
* pueden crearse zonas distintas para realizar diferentes actividades,
* cada vez más, los sistemas para su creación y desarrollo son más sencillos y asequibles y
* se pueden desarrollar dentro del "aula virtual" cuestionarios, aventuras formativas y cualquier cosa que creemos.



Desventajas

* Costo elevado de diseño e implantación,
* puede convertirse en una mera zona social,
* las conversaciones no se mantienen y se pierden y
* cuando hay un volumen elevado de personas, seguir una conversación es difícil.



Aulas virtuales en dos dimensiones:

Es una Web con todas las posibilidades tecnológicas actuales. Con ellas podemos crear espacios 2D de comunicación vía Chat individualizados para poder desarrollar "tele equipos", "tele tutorías", zonas de entrenamiento, etc.

Ventajas

* Podemos crear espacios donde los comentarios y experiencias de los asistentes pueden quedar reflejados en el tiempo y ser leídos por otros,
* se pueden realizar retos en entrenamientos sobre un tema específico puntuados, creando una especie de liga competitiva,
* pueden crearse zonas distintas para realizar diferentes actividades mediante Chat,
* los sistemas para su creación y desarrollo son cada vez más sencillos y asequibles,
* se pueden desarrollar dentro del aula virtual cuestionarios, aventuras formativas y cualquier cosa que creemos en 2D y
* podemos tener diferentes clases mediante net meeting utilizando todo su potencial (pizarra, vídeo, audio y demás).



Desventajas

* Al igual que los de tres dimensiones puede convertirse en una mera zona social,
* las conversaciones no se mantienen y se pierden,
* cuando hay un volumen elevado de personas, seguir una conversación es difícil y
* el generador de motivación tiene que ser el "tele tutor". Este debe hacer que los participantes se involucren y realicen actividades.



El aula virtual para la educación a distancia en la gestión de conocimiento

El termino educación a distancia es un poco difícil de definir pues es un termino genérico y son muchos los autores que han dado su propio concepto sobre este. En sus publicaciones, ROSARIO, (2006) la define como "el proceso de enseñanza aprendizaje que trabaja con los alumnos sin horarios determinados, la cual posee entornos virtuales sin paredes, no importando la raza, el color, o el nivel social de los participantes". Además "…por medio de esta enseñanza las personas recorren las dimensiones más lejanas, a través de las tecnologías de la información y las grandes redes de telecomunicación" (JOYANES, 1997) .

En el caso de la educación a distancia el "aula virtual" toma rol central ya que será el espacio donde se concentrara el proceso de aprendizaje. Más allá del modo en que se organice la educación a distancia: sea semipresencial o remota, sincrónica o asíncrona, el "aula virtual" será el medio de intercambio adonde la clase tendrá lugar. Dicho esto es importante que en el diseño o la elección de un sistema o tipo de "aula virtual", quede claro que se espera que los alumnos puedan lograr en su aprendizaje a distancia y que elementos esta herramienta deberá tener para permitir que la experiencia de aprendizaje sea productiva.


Conclusión

El crecimiento de Internet, fuente de inagotables recursos, ha generado nuevos tipos de espacios de enseñanza-aprendizaje, en los que los educadores y educandos no necesitan las sesiones cara a cara, típicas de los planteamientos presénciales. De esta forma se ha dado lugar al nacimiento de espacios y sitios en la Web pensados para la enseñanza y con la idea de hacer un uso educativo en la Web. Estos sitios son las denominadas "aulas virtuales". El planteamiento que hemos visto es que este tipo de aulas deben permitir la distribución de materiales en línea y al mismo tiempo hacer que esos y otros materiales estén al alcance de los alumnos en formatos Standard para imprimir, editar o guardar. También hemos visto que los contenidos de una clase virtual deben ser especialmente diseñados para tal fin y que los autores debe adecuar el contenido para un medio donde se mezclan diferentes posibilidades de interacción de multimedios y donde la lectura lineal no es la normal.

Por ultimo, podemos decir que las "aulas virtuales" deben de se ser diseñadas de modo que los alumnos tengan la posibilidad de ser expuestos a situaciones similares de prácticas del conocimiento, para que puedan experimentar y vivir las experiencias y no a que simplemente sean objetos de una calificación o examen.


Bibliografía

* Barberà, G.E. & Badia G.A., (2005). "El Uso Educativo de las Aulas Virtuales Emergentes en la Educación Superior" [artículo en línea]. Revista de Universidad y Sociedad del Conocimiento (RUSC)(vol. 2, n.o2). UOC. [Visitado frecuentemente durante la investigación]. ISSN 1698-580X
* Bricall, J., 2000. "Informe Universidad 2000", [En línea], http://www.crue.org/cap7.pdf. Barcelona - España [Visitado frecuentemente durante la investigación].
* Correa, L.F., (2002), "La realidad de lo virtual y la virtualidad de lo real en la Educación", Comunicaciones - Grupo 18 Las TIC y su Influencia en la Educación, 1er Congreso ONLINE del Observatorio para la CiberSociedad, (http://www.cibersociedad.net/congreso/comms/g18correa.htm)
* Joyanes, L., (1997), Cibersociedad. Los Retos Sociales Ante un Nuevo Mundo Digital, McGraw-Hill/Interamericana de España, Madrid.
* Joyanes, L., (2003), Historia de la Sociedad de la Información. Hacia la Sociedad del Conocimiento en R-evolución Tecnológica. Universidad. de Alicante.
* Piaget, J.P., (1981). Intelligence and Affectivity. Basic Books, New York.
* Rosario, J., (2006), "La educación virtual: como codelo de educación en la República Dominicana", III Congreso Online, Observatorio para la Cibersociedad. [Disponible en línea, ARCHIVO del Congreso]: [Visitado frecuentemente durante la investigación].
* Rosario, J.,(2006), "Los Weblogs como Incentivo a la Lectura y el Aprendizaje en los Centros Educativos", (p. 14), Instituto FIEC, España, ISBN: 84-93515-2-0.
* Rosario, J., (2006), "La Telefonía Inalámbrica y sus Aplicaciones en la Educación a Distancia en la República Dominicana", Nova Educa 2006, Fischler School of Education Nova Southeastern University, Miami, p.5.
* Ruben, A., (2007), "Aula Virtual: Espacio Virtual de Educación Utilizando las Nuevas Tecnologías de Información y Comunicación en la Universidad". Master en Aplicación de las Nuevas Tecnologías en la Educación. Universidad de Barcelona, España.
* Zubiria S.J.,(1994), Los modelos pedagógicos, Santa Fe de Bogotá, D.C., FAMDI, p. 97.

Fonte http://www.cibersociedad.net / archivo / articulo.php?art=231

Chamada de artigos para a revista "Textos da Cibersociedade"

Convocatoria

El Observatorio para la CiberSociedad (OCS) y el Laboratório de Pesquisa em Comunicação e Saúde (Laces) en nombre del Instituto de Comunicação e Informação em Ciência e Tecnologia em Saúde (Icict) de Fiocruz (Brasil) llaman conjuntamente a la participación y la recepción de trabajos inéditos para la publicación de un número especial de la revista electrónica "Textos de la CiberSociedad", sobre el tema: "Internet, Sistemas Interactivos y Salud", como convocatoria a investigadores de carácter internacional.

Envío de trabajos

Todos los trabajos se deben enviar a través del siguiente formulario. La fecha límite para la recepción de artículos es el 15 de agosto de 2008.

Si necesitan alguna información adicional pueden contactar con el coordinador de este número, Nilton Santos: nilton-santos[arroba]cict.fiocruz.br

Motivación

Recientemente se lanzó un servicio de Google en el que cualquier persona puede colgar su historial sanitario y compartirlo con sus médicos y familiares. Algunas investigaciones señalan que la búsqueda de información sobre salud es ya uno de los usos más relevantes en Internet y no es difícil encontrar comunidades virtuales trabajando sobre alimentación, salud de la mujer, de los niños o de la tercera edad, así como comunidades de solidaridad relativas a diferentes enfermedades crónicas, como el Sida, obesidad, etc. Los servicios de Telemedicina posibilitan que los estudiantes y los técnicos del área de salud acompañen y participen en intervenciones quirúrgicas a distancia o controlen el estado de salud de alguien a través de dispositivos remotos; diversas instituciones públicas de salud ya derivan la atención a partir de portales y sites, organizando desde aquí el acceso a los servicios.

Éstas y otras muchas iniciativas que surgen en Internet han llevado a diversos investigadores del área de la salud a abrir su área de interés a Internet y a sus impactos en la relación médico-paciente, sobre grupos y redes sociales que se construyen en el área de la salud; reflexiones sobre el problema de la validación de conocimientos en este área; el uso de Internet y sistemas colaborativos en el área de la gestión, de la popularización de la salud, la investigación, la información a los usuarios del sistema de salud en sus más diversas áreas.

Estos estudios, aunque dispersos y reducidos, son un punto de partida importante para la construcción de una reflexión sobre los problemas relativos a los estudios "Interacción, Internet y Salud".

Instituciones convocantes y revista TEXTOS

Observatorio para la CiberSociedad (OCS) - Red internacional de investigadores que tiene su base en España (www.cibersociedad.net) y el Laboratório de Pesquisa em Comunicação e Saúde (Laces) en nombre del Instituto de Comunicação e Informação em Ciência e Tecnologia em Saúde (Icict) de Fiocruz (Brasil) están uniendo esfuerzos y desarrollando iniciativas para cubrir esta laguna.

La revista es una primera oportunidad de reunir investigadores sobre el tema en una escala internacional, contribuyendo no sólo al área de la Salud, sino también para otros investigadores que estudian Internet y sus prácticas interactivas en cualquier campo de conocimiento.

La revista TEXTOS para la CiberSociedad es una publicación en castellano y portugués, clasificada como "A" INTERNACIONAL por la Capes/Brasily, y sus artículos son leídos por cerca de 10.000 investigadores internacionales.

El OCS y el Laces-Icit-Fiocruz invitan a aquellos que participan en este esfuerzo inicial de pensar Internet en el área de la salud, a contribuir con la construcción de este área de conocimiento divulgando sus investigaciones y reflexiones, enviando artículos para este número especial que es coordinado por el investigador Nilton Bahlis dos Santos del Laboratório de Pesquisa em Comunicação e Saúde (Icict-Fiocruz).

Más allá de la convocatoria para la participación en este número especial de la Revista TEXTOS para la Cibersociedad, el OCS e Icict/Fiocruz invitan a los investigadores que trabajan en el área de Internet y Salud a participar en los demás espacios de publicación que el Observatorio para la Cibersociedad pone a disposición de los investigadores en su plataforma. Así, artículos de carácter divulgativo se pueden enviar a la sección de Divulgación, reseñas bibliográficas para el espacio de Reseñas y aquellos artículos que no sean inéditos se pueden enviar al Archivo del OCS.

terça-feira, 8 de julho de 2008

Lançamento da Revista Conecta

Fonte: Agência FAPESP

O Programa de Investigação Tecnológica do Estado de São Paulo (PIT-SP) lançou sua primeira publicação, a Revista Conecta – Da Ciência ao Mercado, que está disponível para download gratuito.

Com o objetivo de incentivar a aproximação entre as instituições científicas e o setor industrial, a revista traz reportagens sobre o ambiente e os esforços voltados à inovação tecnológica obtidos pelo programa, que foi concebido para avaliar e qualificar o potencial social e de mercado de tecnologias inovadoras originadas em cinco instituições de pesquisa do Brasil, visando à proteção e posterior comercialização dessas tecnologias.

São elas a Universidade de São Paulo (USP), o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), a Universidade Estadual Paulista (Unesp) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

A publicação faz ainda uma reflexão sobre os incentivos à inovação que tiveram grande impulso do programa a partir dos anos 1990. Sobre um dos assuntos abordados, “Comercialização e valoração de tecnologias”, a revista apresenta uma amostra de tecnologias submetidas ao PIT-SP e que foram disponibilizadas pelas instituições aos possíveis investidores interessados.

Mais informações: www.inova.unicamp.br/pit-sp/revista_conecta.pdf

28º Congresso da Sociedade Brasileira de Computação

Fonte: Agência FAPESP

O 28º Congresso da Sociedade Brasileira de Computação, que será realizado de 12 a 18 de julho, em Belém (PA), com o tema “Grandes desafios da computação”, reunirá cientistas, técnicos, profissionais e estudantes para troca de informações e discussões sobre avanços na área.

Além de ser um espaço de aprimoramento do conhecimento acadêmico e científico, o evento representa uma oportunidade para discussões de cunho político sobre questões relacionadas à computação que afetem a sociedade brasileira.

Uma das propostas é ajudar a definir diretrizes da política de tecnologia da informação no país, assim como a direção de financiamentos de agências como Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). No evento também será comemorado os 30 anos da Sociedade Brasileira de Computação.

Mais informações: www.prodepa.gov.br/sbc2008