segunda-feira, 12 de abril de 2010

Dinâmica de rede

Por Fábio de Castro

Agência FAPESP – Com o objetivo de compreender a dinâmica da disseminação da informação na internet, um trabalho realizado na Suécia – com participação brasileira – empregou a teoria das redes complexas para estudar um fórum de usuários de serviços de prostituição no Brasil. Uma das principais conclusões é que a comunicação via web pode criar um “efeito bola de neve” na vida real.

O trabalho demonstrou como o comportamento na internet afeta as atividades no mundo externo e vice-versa, desvendando os padrões de realimentação da comunicação on-line. Os dados possibilitaram a construção de uma rede que poderá ser utilizada, por exemplo, para o estudo da propagação de doenças sexualmente transmissíveis.

O estudo, publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), foi realizado por dois físicos da Universidade de Umeå – Petter Holme e o brasileiro Luis Rocha – e por um sociólogo da Universidade de Estocolmo, Fredrik Liljeros.

Segundo Rocha, o estudo é provavelmente o primeiro a demonstrar que o feedback na comunicação on-line tem impactos em eventos da realidade, que, por sua vez, afetam a dinâmica da informação na internet.

“A maior parte dos fenômenos econômicos na internet tem base na disseminação de informação para os consumidores pelo marketing. No entanto, alguns deles, como a prostituição, são organizados por meio de redes sociais envolvendo tanto consumidores como vendedores. Por essa razão, esse tema é do interesse de grupos como o nosso, envolvidos com o estudo da disseminação social da informação”, disse Rocha à Agência FAPESP.

O fórum on-line estudado contém informações sobre garotas de programa e registra relatos dos usuários sobre encontros e comentários sobre os serviços oferecidos em 11 diferentes cidades brasileiras. Os pesquisadores investigaram os contatos entre 6.624 garotas e 10.106 clientes em um período de seis anos.

“Os encontros foram avaliados e categorizados pelos usuários em termos de tipo de atividade sexual realizada. Utilizamos os dados obtidos de diferentes formas, buscando padrões de comportamento dos usuários. Para suprimir a subjetividade dos dados, modelamos essa comunicação do fórum por meio de redes complexas, que é uma abordagem essencialmente interdisciplinar”, disse Rocha.

Os pesquisadores montaram uma rede na qual cada cliente e cada garota de programa correspondiam a um vértice. O mapeamento dessa rede complexa gerou dados para uma série de estudos.

“Descobrimos que as informações trocadas ali refletem o comportamento dessas pessoas na realidade e esse comportamento, depois, é refletido novamente no site, completando um ciclo fechado que determina, por exemplo, quantos contatos as acompanhantes têm com os clientes”, indicou.

Os comentários positivos aumentam o número de futuros contatos, de acordo com o estudo. O alto nível de atividade e a experiência também elevam a reputação da acompanhante. “Foi constatado que essa dinâmica de feedback pode gerar um efeito de bola de neve”, explicou.

Como a rede formada – com uma base de dados de grande escala – inclui informações como a localização geográfica e o tipo de atividade sexual realizada pelos indivíduos, ela poderá ser utilizada para estudos relacionados à propagação de doenças sexualmente transmissíveis, segundo Rocha.

“A transmissão de doenças é fortemente influenciada pela maneira como a rede social é construída. Até agora tínhamos poucos estudos feitos em larga escala para comprovar isso, pois é muito difícil conseguir dados relevantes desse tipo. Esse fórum brasileiro on-line, nesse sentido, foi um achado de interesse científico muito grande”, disse.

O sistema de redes sociais montado pelos pesquisadores, segundo Rocha, poderá ter aplicações também para a análise do impacto econômico da prostituição, além de poder ser adaptado para outros tipos de atividades.

O artigo Information dynamics shape the sexual networks of Internet-mediated prostitution (doi/10.1073/pnas.0914080107), de Luis Rocha, Fredrik Liljeros e Petter Holme, pode ser lido gratuitamente na PNAS em www.pnas.org/

Em: Agência Fapesp.

sábado, 20 de março de 2010

Os direitos autorais e os desafios das novas tecnologias

A conferência "Os direitos autorais e os desafios das novas tecnologias" será apresentada pelo especialista em direito intelectual Sydney Limeira Sanches no dia 16 de março, às 17h30, no Rio de Janeiro.

O evento encerra o Ciclo de Conferências Direitos Autorais, promovido pela Academia Brasileira de Letras (ABL), sob a coordenação do acadêmico Alberto Venancio Filho. O ciclo, com patrocínio da Petrobras, tem entrada franca. A conferência terá transmissão ao vivo pelo Portal da ABL.

Advogado no Rio de Janeiro, Sanches é mestre em bens culturais e pós-graduado em direito da economia pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-RJ). É professor do MBA em Gestão Cultural da Universidade Cândido Mendes e do Curso de Direito do Entretenimento da FGV-SP. Foi presidente da Comissão de Direito Autoral, Direitos Imateriais e Entretenimento da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RJ) entre 2007 e 2009.

Membro e diretor do Instituto dos Advogados Brasileiros, Sanches é membro do Conselho Estadual de Defesa da Propriedade Intelectual, coautor de A cadeia produtiva da economia da Música e de A cadeia produtiva da economia do Carnaval.

Mais informações: www.academia.org.br

Fonte: Fapesp

Computador adivinha pensamento

Um grupo de pesquisadores britânicos desenvolveu um sistema informatizado que se mostrou capaz de adivinhar o que pessoas estavam pensando por meio da análise da atividade cerebral. O estudo foi feito por cientistas do Centro de Neuroimagem Wellcome Trust da University College London, na Inglaterra.

O objetivo do trabalho foi ampliar o conhecimento de como o cérebro armazena memórias. O estudo, liderado pela professora Eleanor Maguire, é uma continuação de um trabalho publicado no ano passado em que o mesmo grupo mostrou como memórias espaciais são gravadas em padrões regulares de atividade no hipocampo, área no cérebro responsável pela memória e aprendizagem.

"Em nosso experimento anterior, investigamos as memórias básicas com relação à localização de uma pessoa em determinado ambiente. Mas o mais interessante é olhar para memórias episódicas, as memórias complexas, do dia a dia, que incluem informações de onde você está, o que está fazendo e como está se sentindo", disse a pesquisadora.

O novo trabalho foi publicado na quinta-feira (11/3) na revista Current Biology. Para explorar como as memórias episódicas são armazenadas, os pesquisadores exibiram a dez voluntários três filmes curtos e pediram que tentassem memorizar o que viram.

Os filmes eram bem simples e compartilhavam alguns detalhes. Todos incluíam uma mulher que fazia uma tarefa comum em um típico cenário urbano. Os filmes tinham a mesma duração: sete segundos. Um deles, por exemplo, mostrava uma mulher andando em uma rua e bebendo café de um copo de papel para, no fim, jogar o copo no lixo. Outro filme mostrava uma outra mulher colocando uma carta na caixa de correio.

Em seguida, os pesquisadores pediram aos voluntários que tentassem memorizar os três filmes, na sequência em que foram exibidos. Enquanto isso era feito, seus cérebros eram examinados por ressonância magnética, de modo a registrar a atividade cerebral por meio da medição de alterações no fluxo sanguíneo.

Um programa de computador desenvolvido para o estudo analisou os padrões registrados para tentar identificar qual dos filmes a pessoa estava tentando memorizar apenas pela atividade cerebral.

"O programa foi capaz de estimar corretamente em qual dos filmes o voluntário estava pensando em um número de vezes muito acima do que se pode esperar apenas pela probabilidade de tentativa e erro. Os resultados sugerem que nossas memórias são gravadas em um padrão regular", disse Martin Chadwick, autor principal do estudo.

Embora uma rede que reúne diversas áreas do cérebro esteja envolvida no processo de armazenamento de memórias, os pesquisadores decidiram centralizar o estudo no lobo temporal médio, uma região que se suspeita estar envolvida principalmente na memória episódica. A região inclui o hipocampo, área que o grupo estudou extensivamente nos últimos anos.

Os cientistas observaram que as principais áreas envolvidas no armazenamento de memórias eram o hipocampo e as regiões imediatamente ao lado. Entretanto, o programa de computador teve aproveitamento melhor ao analisar a atividade apenas no hipocampo, indicando que essa é a região mais importante para o armazenamento de memórias episódicas.

“Agora que estamos conseguindo um retrato mais claro de como nossas memórias são armazenadas, esperamos examinar como elas são afetadas pelo tempo, pelo processo de envelhecimento e por danos ao cérebro”, disse Maguire.

O artigo Decoding Individual Episodic Memory Traces in the Human Hippocampus (doi 10.1016/j.cub.2010.01.053), de Eleanor Maguire e outros, pode ser lido por assinantes da Current Biology (Science Direct) em www.cell.com/current-biology.

Fonte: Agênca Fapesp

Livros digitais da Unesp

Por Fábio de Castro

Agência FAPESP – A Universidade Estadual Paulista (Unesp) encontrou uma solução inovadora para oferecer acesso universal ao conhecimento produzido em sua pós-graduação: o Programa de Publicações Digitais, que lança nesta quinta-feira (11/3) sua primeira coleção, com 44 títulos inéditos.

O programa, decorrente de uma parceria entre a Fundação Editora Unesp (FEU) e a Pró-Reitoria de Pós-Graduação (PROPG) da universidade, publica em formato digital livros exclusivamente produzidos para esse fim, com foco nas áreas de ciências humanas, ciências sociais e aplicadas e linguística, letras e artes.

De acordo com o assessor da PROPG, Cláudio José de França e Silva, os títulos iniciais foram selecionados pelos Conselhos de Programas de Pós-Graduação da universidade.

“No mesmo momento em que estamos lançando esses títulos, publicamos a chamada para a edição 2010 do programa, que editará mais 58 livros. O objetivo do programa, lançado em 2009, é editar 600 livros digitais em dez anos”, disse França e Silva à Agência FAPESP.

Segundo ele, cada programa de pós-graduação da Unesp pode indicar até dois livros para publicação no âmbito do Programa de Publicações Digitais. “É uma maneira inovadora para dar vazão à grande produção acadêmica da Unesp nessas áreas do conhecimento. Todos os livros editados são derivados de pesquisas realizadas em nossos programas de pós-graduação, incluindo muitas teses e dissertações, além de trabalhos de docentes e egressos da universidade na última década”, explicou.

O objetivo principal é universalizar o conhecimento produzido pelos pesquisadores da Unesp em grande escala. “Boa parte da pesquisa fica restrita ao público acadêmico. Por outro lado, a publicação em papel de um volume tão grande de obras levaria anos e teria grandes custos. Com o programa, encontramos uma maneira viável para que esse conhecimento possa atingir um público amplo”, disse.

Como as obras passaram pelo crivo dos conselhos, o conjunto de 44 títulos é um reflexo dos próprios programas de pós-graduação da Unesp. “A seleção das obras leva de três a quatro meses para ser feita. No total, contando com todo o processo de edição e revisão, levamos cerca de um ano entre o início da seleção e a publicação dos livros”, disse França e Silva.

Segundo o assessor, existem outras iniciativas, em outras instituições, de disponibilização de conteúdos de livros na internet. Mas, pela primeira vez, uma universidade realiza um programa que publica obras projetadas, em sua origem, para o lançamento em formato digital.

“Esse é o caráter pioneiro do programa. A proposta é que esses livros permaneçam disponíveis em formato exclusivamente digital, sem qualquer custo para o leitor, democratizando a produção acadêmica da universidade”, afirmou.

As diretrizes do programa vetam a produção de obras derivadas a partir dos livros digitais lançados, a fim de garantir a integridade das obras. Também não é permitida a comercialização.

“Os livros têm um conceito muito bem claro, com um padrão de capas e de editoração definidos. Com isso, bastaria imprimi-los, da maneira que estão apresentados na internet, para termos essas obras em papel. Mas a ideia é que sejam mantidos como livros digitais apenas”, afirmou.

Para baixar os livros, segundo França e Silva, o leitor deve apenas preencher um cadastro sumário no site da Editora da Unesp e gerar uma senha que dá acesso às obras.

“O projeto é de grande importância para os autores. Suas obras, com a chancela da Unesp, serão acessadas por um público universal, que nunca seria atingido se a publicação fosse em papel. Iremos, ainda, ter o controle da quantidade e localidade dos downloads, o que nos permitirá aperfeiçoar as estratégias de publicação no futuro”, afirmou.

Para França e Silva, o público não deverá oferecer resistência ao novo formato. “Quando se começou a digitalizar os periódicos houve uma resistência inicial, mas hoje a maior parte das publicações é feita nesse formato. No entanto, não acreditamos que o livro de papel esteja desaparecendo. Trata-se apenas de uma nova forma de divulgar a ciência”, disse.

Segundo ele, os livros digitais serão cada vez mais importantes, em particular para as áreas de humanidades e artes – por isso o programa tem foco nessas áreas.

“Em geral, os pesquisadores das áreas de exatas e biológicas querem encaminhar suas pesquisas para periódicos o mais rápido possível. Mas nas áreas de humanas o livro tem um peso todo especial”, disse.

Mais informações: www.culturaacademica.com.br

Fonte: Agência Fapesp.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

4º Simpósio Operacional de Combate a Crimes Eletrônicos

O 4º Simpósio Operacional de Combate a Crimes Eletrônicos (CeCOS) será realizado, de 11 a 13 de maio, em São Paulo.

O evento ocorrerá pela primeira vez na América do Sul. Organizado pelo Anti-Phishing Working Group – organização internacional com sede na Califórnia, Estados Unidos, com a missão de combater fraudes eletrônicas, – o simpósio tem o apoio do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), que coordena e integra todas as iniciativas de serviços de internet no país.

A quarta edição discutirá os desafios enfrentados por aqueles que combatem o crime eletrônico, bem como o desenvolvimento de recursos comuns voltados aos profissionais responsáveis por proteger consumidores e empresas.

Direcionado a profissionais de segurança da informação, o foco deste ano será o desenvolvimento de paradigmas de resposta e recursos para profissionais da área forense e de combate a crimes eletrônicos.

Serão apresentados relatos de casos internacionais. A conferência inaugural será proferida por Dave Jevans, fundador e presidente da APWG.“O Outlook e o crime eletrônico global” será o tema dos conferencistas do Brasil, Alemanha e Malásia, entre outros.

Cristine Hoepers, analista de segurança e gerente geral do CERT.br, apresentará estudos de casos desenvolvidos no Brasil pelo CERT.br, grupo de resposta a incidentes de segurança para a internet brasileira, responsável por receber, analisar e responder a incidentes de segurança envolvendo redes conectadas à internet no Brasil.

Serão discutidos também novas tecnologias e técnicas usadas pelos criminosos para explorar a infraestrutura da internet e os PCs e outros dispositivos de usuários, além de técnicas para a educação e proteção dos consumidores, desenvolvimento de recursos, como formatos padrão e mecanismos para compartilhamento de dados.

O evento será realizado no Hotel Blue Tree Towers, localizado no bairro Morumbi, na capital paulista.

Mais informações: www.apwg.org/events/2010_opSummit_pt.html

Por: Agência FAPESP

Internet e depressão

Pessoas que passam muito tempo navegando pela internet têm maior risco de apresentar sintomas depressivos, de acordo com uma pesquisa feita no Reino Unido por cientistas da Universidade de Leeds.

O estudo, que será publicado na edição de 10 de fevereiro da revista Psychopathology, procurou analisar o fenômeno de usuários que têm desenvolvido o uso compulsivo da internet, substituindo a interação social no mundo real pelo virtual, em redes sociais, chats ou em outros serviços eletrônicos.

Segundo os pesquisadores, os resultados do estudo apontam que esse tipo de dependência pode ter impactos sérios na saúde mental. “A internet ocupa hoje parte importante na vida moderna, mas seus benefícios são acompanhados por um lado negro”, disse Catriona Morrison, um dos autores do estudo.

“Enquanto a maioria usa a rede mundial para se informar, pagar contas, fazer compras e trocar e-mails, há uma pequena parcela dos usuários que acha difícil controlar o tempo gasto on-line. Isso ao ponto em que tal hábito passa a interferir em suas atividades diárias”, apontou a cientista.

Os “viciados em internet” passam, proporcionalmente em relação à maioria dos usuários, mais tempo em comunidades virtuais e em sites pornográficos e de jogos. Os pesquisadores verificaram que esse grupo tem incidência maior de depressão de moderada a grave.

“Nossa pesquisa indica que o uso excessivo da internet está associado com depressão, mas o que não sabemos é o que vem primeiro. As pessoas depressivas são atraídas pela internet ou é o uso da rede que causa depressão?”, questionou Catriona.

A pesquisa examinou 1.319 pessoas com idades entre 16 e 61 anos. Do total, 1,2% foi considerado como “viciado em internet”. Apesar de ser uma pequena parte do total, segundo os pesquisadores o número de internautas nessa categoria tem crescido.

Incidentes como a onda de suicídios entre adolescentes ocorrida na cidade de Bridgend, no País de Gales, em 2008, têm levado a questionamentos a respeito da influência das redes sociais em indivíduos vulneráveis à depressão.

No estudo, os pesquisadores observaram que o grupo dos “viciados em internet” era formado principalmente por usuários mais jovens, com média de idade de 21 anos.

“Está claro que para uma pequena parte dos usuários o uso excessivo da internet é um sinal de perigo para tendências depressivas. Precisamos considerar as diversas implicações dessa relação e estabelecer claramente os efeitos desse uso na saúde mental”, disse a pesquisadora.

O artigo The relationship between excessive internet use and depression: a questionnaire-based study of 1,319 young people and adults, de Catriona Morrison e outros, pode ser lido por assinantes da Psychopathology (2010;43:121-126 – DOI:10.1159/000277001) em www.karger.com/psp.

Por: Agência Fapesp.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Impactos das Nanotecnologias sobre a Saúde dos Trabalhadores e sobre o Meio Ambiente

Agência FAPESP – O Seminário Internacional “Impactos das Nanotecnologias sobre a Saúde dos Trabalhadores e sobre o Meio Ambiente” será realizado de 25 a 27 de maio, em São Paulo.

Realizado pela Fundacentro, o evento ocorrerá no Conselho Regional de Química. O prazo para o envio de trabalhos termina no próximo dia 20 de fevereiro.

Aos interessados em apresentar resumos científicos, os temas deverão contemplar alguns dos seguintes temas: Políticas Públicas, Segurança e Saúde do Trabalhador, Meio Ambiente, Toxicologia, Educação, Divulgação Científica, Regulação e Comunicação de Risco.

O envio dos trabalhos deverá ser encaminhado para o e-mail simposionano2010@fundacentro.gov.br até o dia 20 de fevereiro. Para saber os critérios de envio de resumos, clique aqui.

O evento é gratuito e as inscrições poderão ser feitas clicando aqui. O evento é uma parceria entre Fundacentro e instituições envolvidas com nanotecnologia e terá como foco central a discussão dos possíveis impactos da nanotecnologia sobre as condições de saúde, trabalho e vida dos trabalhadores e sobre o meio ambiente e conhecer o resultado de pesquisas realizadas no Brasil sobre o assunto.

O Conselho Regional de Química está localizado à rua Oscar Freire, 2.039, Pinheiros, São Paulo.

Mais informações sobre o seminário: www.fundacentro.gov.br/dominios/CTN/eventos_detalhes.asp?E=913 ou (11) 3066-6116/6323 e 6132.